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quinta-feira, 28 de junho de 2012

Espaço das Aguncheiras apresenta - Olhando o Céu Estou em Todos os Séculos

A partir de Sábado, o olhar sobre o céu das Aguncheiras terá mais interrogações, exclamações e gargalhadas! Mais morangos, menos morangos, vodka, gin ou azoto líquido, doce de abóbora, maçã, requeijão e mel, e sobretudo cheios de entusiasmo, organizámos o Espaço para mais este espectáculo cujo texto nos foi gentilmente entregue e pelo qual nos apaixonámos.
Dois elencos vão andar debaixo do pôr do sol e das estrelas, e as suas diferentes combinações podem ser consultadas na agenda, mas podemos adiantar que dia 30 estreia a Valerie BraddellReal e a São José LapaVirtual, e que dia 7 de Julho estreia a São José LapaReal e a Valerie BraddellVirtual.
Apresentamos este verão, debaixo do céu das Aguncheiras:
Elenco que olha o céu (por ordem de entrada em cena): São José Lapa / Valerie Braddell, João Cabral, Francisco Martins, Jaqueline Vaz Amaro / Eva Bastos Pereira, Inês Lapa Lopes, Karolina Domingues, Guilherme Macedo, Alberto Lopes, José Rocha Santos, Mauro Silva, Isabel Martins, J. da Cruz.
connosco em todos os séculos: Fernando Júdice, Nuno Abelho, Margarida Oliveira, Ana Oliveira e Miguel Viegas.
O que é isto da vida? As personagens de Olhando o Céu... São de uma assumida contemporaneidade e nela procuram como em todos os séculos a FELICIDADE. De uma delas se ouve: "Podemos ser felizes mas não há esperança" e certificados ficamos nós, atores e espectadores, pois a esperança de uma reviravolta civilizacional a breve prazo é provavelmente nula. Talvez a procura seja a de um dia após o outro, titubeando como os bebés, ao dar os primeiros passos, à procura de ser feliz. Conjuntos de pessoas que competindo nos afectos, ou perderam tudo como o Joel, que vive na sua casa de cartão na rua, ou que emigrando pouco conseguem e voltam para as suas raízes, mas que desenraizados agora se perdem na violência, ou outros que fingem ser outros, como o ACTOR igual a todos nós e que perdurarão no ADN dos seus descendentes como o jovem do ano 2100, José Luso. Mulheres e homens AFLITOS e protagonistas de um grande texto teatral do nosso Portugal de 2012.
(...)"Aquela mesa e aquelas cadeiras eram a nossa vida mais chegada pelo menos para mim. Com tudo o que eu amava e odiava." Tomás o motorista, in OLHANDO O CÉU ESTOU EM TODOS OS SÉCULOS
São José Lapa, a encenadora, Março de 2012
Fonte: Espaço das Aguncheiras

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