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sábado, 22 de agosto de 2009

Espaço das Aguncheiras: A voz do teatro




Há trinta e um anos São José Lapa partiu com a filha Inês Lapa Lopes para Viseu, numa cruzada pela cultura, que ficou para a História como a Descentralização Teatral. De volta ao presente as mesmas protagonistas fundam a Deculta, Desenvolvimento Cultural das Aguncheiras embrião do Espaço das Aguncheiras. Local paradisíaco, perto do Cabo Espichel. Finisterra territorial onde a terra acaba, o mar começa e a imaginação não tem limites. Durante 17 anos São José Lapa, foi actriz residente do Teatro Nacional D. Maria II, onde cimentou a sua carreira de actriz e encenadora.

O espaço das Aguncheiras conta já com vários anos de intervenção cultural na Azóia (Sesimbra), que culminou com a representação no ano 2006 do espectáculo “Sonho de 1 Noite de Verão”, que constitui um êxito junto do público, contando com a presença de mais de mil e quinhentas pessoas em seis representações. Feito o balanço destas actividades, um grupo de entusiastas liderado por São José Lapa, resolveu, constituir uma cooperativa cujo objecto social da sua actividade é a criatividade, a difusão, a informação, a dinamização e a animação cultural.

Para além da mentora e promotora do projecto, São José Lapa (Escola Superior de Teatro) esta associação conta também no seu núcleo fundador com Inês Lapa Lopes (Escola Superior de Belas Artes e Conservatório Nacional de Música), Escultora, Cenógrafa, Actriz e Música; João Paiva (Faculdade de Letras de Lisboa), Historiador, Professor e Técnico Superior da CIG e Actor; Isabel Martins (Escola Superior de Educação), Educadora de Infância e Actriz; e Rui Pedro (Escola Superior de Teatro), Encenador e Actor.

O Espaço das Aguncheiras é um espaço de trabalho vocacionado para o acolhimento de artistas jovens em acções de formação ou criação/produção, baseado nos princípios da experimentação e da transmissão de conhecimento.

Esta propriedade é constituída por parcelas de morfologia diversificadas, incluindo pinhal, pomar e áreas incaracterísticas. Era uma antiga exploração agrícola de pequena dimensão.
A intervenção proposta aplica uma lógica contemporânea, pautada pelos valores do respeito, da preservação e da comunicação à realidade do terreno. Os seus princípios são os de preservar e recuperar o que for possível, e de fazer (r)existir o que for necessário.

Fonte: Espaço das Aguncheiras por João.
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